16º Encontro de Numismática em Brasília é destaque no Jornalismo Novabrasil

16º Encontro de Numismática em Brasília é destaque no Jornalismo Novabrasil

O 16º Encontro de Colecionadores de Numismática, que ocorre nos dias 28 e 29 de março no Hotel San Marco, em Brasília, foi tema de reportagem no Jornalismo Novabrasil. O programa abordou a relevância do evento para colecionadores de moedas, cédulas e medalhas, além da importância da numismática na preservação da história monetária.

Durante a matéria, o comentarista Alexandre Arce explicou as diferenças entre numismática (coleção de moedas e medalhas), notafilia (cédulas) e filatelia (selos). Ele destacou que Brasília abriga um grande número de entusiastas do colecionismo e mencionou o valor histórico e financeiro de peças raras, como moedas com erros de fabricação e cédulas antigas.

O vice-presidente da Associação Filatélica e Numismática de Brasília, Gilberto Cavalini, reforçou o convite para o evento, que reunirá especialistas, comerciantes e colecionadores. A entrada é gratuita, e o público terá a oportunidade de conhecer, comprar e trocar itens valiosos.

Já publicamos uma matéria sobre o evento, trazendo mais detalhes sobre a programação. Confira no link:
👉 Brasília recebe o 16º Encontro de Colecionadores nos dias 28 e 29 de março

O 16º Encontro de Colecionadores de Numismática estará aberto ao público das 9h às 18h, proporcionando um espaço para troca de conhecimento e valorização da história por meio do colecionismo.


Confira a reportagem abaixo:

📺 Numismáticos, filatelistas e notafilistas: paixão por moedas, cédulas e medalhas antigas – Jornalismo Novabrasil








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  • user por Neusa Soares

    Achei uma moeda que traz a imagem de um cálice e a inscrição “Shekel de Israel” Gostaria de avaliar o valor dela e vender ao museu de Israel

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  • user por Cynthia Yonara Portugal Sobral

    Eu tenho uma moeda dessa, 02 do 50º de Brasília e 02 das Olimpíadas. Estou procurando vender.

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  • user por Messias Pokemon, o melhor mercado do mundo.

    Esses dias uma amiga porca-ismática estava postando algumas moedas graduadas pela PCGS com nota 65 a 67 no WhatsApp. Aí ela colocou que a moeda estava em Flor de Cunho absoluto. Aí eu fui perguntar se a moeda realmente estava sem “marcas de dedo”, aí olha o que essa PORCA-ISMÁTICA me respondeu: "Ter marcas de dedo nas moedas é normal, no passado eles não cuidavam delas". Ué, então não existem moedas FC, porra! Aí ela me disse que uma simples digitalzona na moeda não deixa de ser FC? O que claro que deixa, porra! Está na definição de FC. E outra: o principal motivo de alguém comprar algo que não serve para nada — que é a moeda, cédula, selo, cartas de Pokémon, o objeto que for — é o estado de conservação, que é o cuidado com que os colecionadores armazenaram e manusearam corretamente o objeto até hoje. Se não fosse o estado de conservação, a carta do Pikachu Illustrator PSA 10 não teria sido leiloada por quase US$ 17 milhões de dólares. Aí eu perguntei para essa PORCA-ISMÁTICA se ela já leu um livro de administração de empresas e ela nem me respondeu. Claro que não, né? Para quem oferece lixo para os clientes na maior cara de pau, se tivesse lido nem estava nesse mercado, onde é mais raro encontrar um comerciante honesto do que as moedas e cédulas realmente FC ou FE. Eu só quero ver ela vender sucata para os clientes dela de mais de 60 anos daqui a 20 anos; vai ter que ir ao cemitério! Já no Pokémon, a cada dia cresce o número de colecionadores, pois a empresa contrata os melhores ilustradores do Japão para desenhar as cartas. E agora em outubro teremos a TAG, uma das maiores graduadoras dos EUA, operando aqui no Brasil. Vai dar para levar a carta nela de manhã e à tarde pegá-la já graduada.

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