Com o fim da produção do centavo americano, varejistas nos EUA enfrentam problemas de troco e insegurança jurídica

Com o fim da produção do centavo americano, varejistas nos EUA enfrentam problemas de troco e insegurança jurídica

A distribuição de moedas é feita pelos escritórios regionais do Federal Reserve. Com o fim da produção, muitos desses escritórios passaram a reduzir ou interromper a reposição de pennies — e alguns também deixaram de aceitar depósitos da moeda. Como consequência, bancos e varejistas relatam dificuldade para obter troco, especialmente em setores que lidam com alto volume de pagamentos em espécie, como lojas de conveniência, supermercados e postos de gasolina.

Com menos pennies disponíveis, muitos estabelecimentos começaram a:

  • pedir “troco exato” ao cliente,

  • incentivar o pagamento eletrônico, ou

  • adotar práticas próprias de arredondamento no valor final de compras pagas em dinheiro.

Preocupações legais e falta de um padrão nacional

O maior ponto de incerteza para o varejo é que não existe, hoje, nos EUA, uma regra federal que estabeleça como o arredondamento deve ser feito após o fim do penny. Isso significa que lojas precisam interpretar e conciliar diferentes normas estaduais e municipais, o que gera insegurança jurídica.

As principais preocupações do setor incluem:

  • Leis estaduais ou locais que exigem troco exato, o que pode entrar em conflito com qualquer prática de arredondamento.

  • Possível interpretação de arredondamento como cobrança irregular, dependendo da legislação de defesa do consumidor de cada região.

  • Necessidade de tratar todos os clientes de forma equivalente — especialmente em compras realizadas com benefícios sociais, como o SNAP — o que requer clareza sobre quando o arredondamento é ou não permitido.

Até o momento, não há registro de ações judiciais amplas decorrentes do fim da cunhagem, mas especialistas observam que a falta de diretrizes uniformes aumenta o risco de interpretações divergentes e disputas futuras.


foto:  stock.adobe.com

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  • user por Neusa Soares

    Achei uma moeda que traz a imagem de um cálice e a inscrição “Shekel de Israel” Gostaria de avaliar o valor dela e vender ao museu de Israel

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  • user por Cynthia Yonara Portugal Sobral

    Eu tenho uma moeda dessa, 02 do 50º de Brasília e 02 das Olimpíadas. Estou procurando vender.

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  • user por Messias Pokemon, o melhor mercado do mundo.

    Esses dias uma amiga porca-ismática estava postando algumas moedas graduadas pela PCGS com nota 65 a 67 no WhatsApp. Aí ela colocou que a moeda estava em Flor de Cunho absoluto. Aí eu fui perguntar se a moeda realmente estava sem “marcas de dedo”, aí olha o que essa PORCA-ISMÁTICA me respondeu: "Ter marcas de dedo nas moedas é normal, no passado eles não cuidavam delas". Ué, então não existem moedas FC, porra! Aí ela me disse que uma simples digitalzona na moeda não deixa de ser FC? O que claro que deixa, porra! Está na definição de FC. E outra: o principal motivo de alguém comprar algo que não serve para nada — que é a moeda, cédula, selo, cartas de Pokémon, o objeto que for — é o estado de conservação, que é o cuidado com que os colecionadores armazenaram e manusearam corretamente o objeto até hoje. Se não fosse o estado de conservação, a carta do Pikachu Illustrator PSA 10 não teria sido leiloada por quase US$ 17 milhões de dólares. Aí eu perguntei para essa PORCA-ISMÁTICA se ela já leu um livro de administração de empresas e ela nem me respondeu. Claro que não, né? Para quem oferece lixo para os clientes na maior cara de pau, se tivesse lido nem estava nesse mercado, onde é mais raro encontrar um comerciante honesto do que as moedas e cédulas realmente FC ou FE. Eu só quero ver ela vender sucata para os clientes dela de mais de 60 anos daqui a 20 anos; vai ter que ir ao cemitério! Já no Pokémon, a cada dia cresce o número de colecionadores, pois a empresa contrata os melhores ilustradores do Japão para desenhar as cartas. E agora em outubro teremos a TAG, uma das maiores graduadoras dos EUA, operando aqui no Brasil. Vai dar para levar a carta nela de manhã e à tarde pegá-la já graduada.

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