Passageiro é preso em Porto Alegre com moedas de ouro avaliadas em R$ 500 mil

Passageiro é preso em Porto Alegre com moedas de ouro avaliadas em R$ 500 mil

 A Polícia Federal prendeu, no dia 1º de maio, um passageiro que transportava moedas de ouro no Aeroporto Internacional Salgado Filho. O material, estimado em R$ 500 mil, foi descoberto durante inspeção de bagagem por raio-x e encaminhado à Receita Federal para verificação.

Ao todo, foram apreendidas 50 moedas, de diversos tamanhos e cunhagens internacionais, pesando cerca de 1 quilo. Segundo a Polícia Federal, testes confirmaram que o metal era ouro. O homem foi liberado após pagar fiança, mas responderá por crime contra o Sistema Financeiro Nacional.

Apesar do flagrante, a Polícia não revelou o nome, nacionalidade ou o destino do passageiro. A ausência de documentação fiscal apropriada levanta suspeitas sobre a origem e o destino do ouro. Pela legislação brasileira, o transporte de ativos como esse deve ser declarado por meio da e-DBV (Declaração Eletrônica de Bens do Viajante) e acompanhado de nota fiscal, conforme prevê a Lei nº 7.766/1989.

O valor elevado do carregamento ultrapassa os limites de isenção permitidos pela Receita Federal, que são de US$ 10 mil para moeda em espécie e US$ 2 mil para bens em geral. Isso indica possível finalidade comercial ou origem ilícita, o que pode configurar não apenas infração aduaneira, mas também crime de lavagem de dinheiro, de acordo com a Lei nº 9.613/1998.

A apreensão chama atenção em meio ao avanço do comércio ilegal de ouro no Brasil, frequentemente vinculado ao garimpo clandestino e ao crime organizado. Segundo especialistas, a ocultação de ativos valiosos, como moedas de ouro, é estratégia comum para burlar o sistema financeiro.

A Polícia Federal conduzirá investigação para apurar a origem do ouro e eventuais conexões com atividades ilícitas. A Receita Federal, por sua vez, deve aplicar sanções administrativas, que podem incluir multa de até 100% do valor não declarado e o perdimento dos bens apreendidos.

O caso reforça o papel estratégico dos aeroportos na identificação de fluxos financeiros ilícitos e a necessidade de maior rastreabilidade no comércio de ouro no País.

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  • user por Neusa Soares

    Achei uma moeda que traz a imagem de um cálice e a inscrição “Shekel de Israel” Gostaria de avaliar o valor dela e vender ao museu de Israel

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  • user por Cynthia Yonara Portugal Sobral

    Eu tenho uma moeda dessa, 02 do 50º de Brasília e 02 das Olimpíadas. Estou procurando vender.

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  • user por Messias Pokemon, o melhor mercado do mundo.

    Esses dias uma amiga porca-ismática estava postando algumas moedas graduadas pela PCGS com nota 65 a 67 no WhatsApp. Aí ela colocou que a moeda estava em Flor de Cunho absoluto. Aí eu fui perguntar se a moeda realmente estava sem “marcas de dedo”, aí olha o que essa PORCA-ISMÁTICA me respondeu: "Ter marcas de dedo nas moedas é normal, no passado eles não cuidavam delas". Ué, então não existem moedas FC, porra! Aí ela me disse que uma simples digitalzona na moeda não deixa de ser FC? O que claro que deixa, porra! Está na definição de FC. E outra: o principal motivo de alguém comprar algo que não serve para nada — que é a moeda, cédula, selo, cartas de Pokémon, o objeto que for — é o estado de conservação, que é o cuidado com que os colecionadores armazenaram e manusearam corretamente o objeto até hoje. Se não fosse o estado de conservação, a carta do Pikachu Illustrator PSA 10 não teria sido leiloada por quase US$ 17 milhões de dólares. Aí eu perguntei para essa PORCA-ISMÁTICA se ela já leu um livro de administração de empresas e ela nem me respondeu. Claro que não, né? Para quem oferece lixo para os clientes na maior cara de pau, se tivesse lido nem estava nesse mercado, onde é mais raro encontrar um comerciante honesto do que as moedas e cédulas realmente FC ou FE. Eu só quero ver ela vender sucata para os clientes dela de mais de 60 anos daqui a 20 anos; vai ter que ir ao cemitério! Já no Pokémon, a cada dia cresce o número de colecionadores, pois a empresa contrata os melhores ilustradores do Japão para desenhar as cartas. E agora em outubro teremos a TAG, uma das maiores graduadoras dos EUA, operando aqui no Brasil. Vai dar para levar a carta nela de manhã e à tarde pegá-la já graduada.

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