Jersey propõe nova lei que obriga registro de achados históricos e paga recompensa a descobridores

Jersey propõe nova lei que obriga registro de achados históricos e paga recompensa a descobridores

O governo de Jersey apresentou um projeto de lei para criar um marco legal na proteção do patrimônio arqueológico da ilha. A proposta prevê a obrigatoriedade de registrar qualquer descoberta histórica à Jersey Heritage em até 14 dias e a criação de um sistema de recompensas calculado com base no valor de mercado dos achados, dividido entre o descobridor e o dono do terreno.

O texto estabelece que objetos classificados como “antiguidades nacionais de Jersey” passam a ser propriedade pública, enquanto os chamados “tesouros” serão mantidos em confiança pela Coroa. Diferente do Reino Unido, a lei incluirá também artefatos não metálicos, restos humanos e animais antigos, além de achados submersos no litoral.

A iniciativa foi impulsionada pela descoberta, em 2012, do Le Catillon II Hoard, o maior tesouro celta do mundo, com cerca de 69 mil moedas e outros artefatos da Idade do Ferro. Avaliado em mais de £ 4 milhões, o achado expôs a ausência de regras claras sobre posse, conservação e registro de peças históricas.

O projeto se inspira em legislações como o Treasure Act britânico, de 1996, mas adota critérios mais amplos, alinhados a convenções internacionais sobre patrimônio cultural. Entre eles, a definição de objeto arqueológico como todo item humano ou modificado pelo homem com mais de 300 anos ou relevância histórica, independentemente de seu valor material.

Além de um banco de dados central para catalogar descobertas, o plano prevê um Código de Prática para regulamentar avaliações e pagamentos. A proposta também busca conter práticas ilegais como o “nighthawking” (uso clandestino de detectores de metais) e reforçar o papel educativo e turístico das descobertas.

As consultas públicas seguem abertas até 8 de setembro. Caso aprovada, a lei colocará Jersey como referência entre as dependências da Coroa Britânica na preservação do patrimônio arqueológico e na valorização da memória coletiva.

O projeto de lei de Jersey levanta um debate: como seria se uma medida semelhante fosse adotada no Brasil?


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  • user por Messias Pokemon, o melhor mercado do mundo.

    Esses dias uma amiga porca-ismática estava postando algumas moedas graduadas pela PCGS com nota 65 a 67 no WhatsApp. Aí ela colocou que a moeda estava em Flor de Cunho absoluto. Aí eu fui perguntar se a moeda realmente estava sem “marcas de dedo”, aí olha o que essa PORCA-ISMÁTICA me respondeu: "Ter marcas de dedo nas moedas é normal, no passado eles não cuidavam delas". Ué, então não existem moedas FC, porra! Aí ela me disse que uma simples digitalzona na moeda não deixa de ser FC? O que claro que deixa, porra! Está na definição de FC. E outra: o principal motivo de alguém comprar algo que não serve para nada — que é a moeda, cédula, selo, cartas de Pokémon, o objeto que for — é o estado de conservação, que é o cuidado com que os colecionadores armazenaram e manusearam corretamente o objeto até hoje. Se não fosse o estado de conservação, a carta do Pikachu Illustrator PSA 10 não teria sido leiloada por quase US$ 17 milhões de dólares. Aí eu perguntei para essa PORCA-ISMÁTICA se ela já leu um livro de administração de empresas e ela nem me respondeu. Claro que não, né? Para quem oferece lixo para os clientes na maior cara de pau, se tivesse lido nem estava nesse mercado, onde é mais raro encontrar um comerciante honesto do que as moedas e cédulas realmente FC ou FE. Eu só quero ver ela vender sucata para os clientes dela de mais de 60 anos daqui a 20 anos; vai ter que ir ao cemitério! Já no Pokémon, a cada dia cresce o número de colecionadores, pois a empresa contrata os melhores ilustradores do Japão para desenhar as cartas. E agora em outubro teremos a TAG, uma das maiores graduadoras dos EUA, operando aqui no Brasil. Vai dar para levar a carta nela de manhã e à tarde pegá-la já graduada.

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  • user por Messias Pokemon, o melhor mercado do mundo.

    Fascinante? É você comprar moedas ditas FC e receber SUCATA em casa? Moedas limpas, moedas circuladas, com marcas de dedo, onde os PILANTRAS dizem que é FC? Porra, se na definição de FC está escrito que a moeda não circulou, então por que diabos ela tem digital? O que a definição de FC diz: O estado absoluto de conservação. O item não apresenta qualquer vestígio de circulação, mantendo-se no mesmo estado de integridade de quando foi manufaturado pela Casa da Moeda. O item não apresenta qualquer vestígio de circulação? Ué? Então por que diabos os comerciantes chamados numismatas vendem e dizem que moedas circuladas, com digitais, são FC na maior cara de pau? Se é para vender SUCATA, por que não monta logo um ferro-velho, e não uma loja do TROCO. No Pokémon se a carta está NM ela está perfeita, nem marca de dedo tem. Já aconteceu de eu comprar uma e ela ter vários pontos brancos, reclamei com o comerciante, e disse-lhe que ele tinha me ofendido, pois quando alguém envia lixo para um cliente é uma ofensa mesmo, aí o rapaz até me pediu desculpas, enviei a carta pelo correio, mostrei o comprovante do envio e já quis me mandar o PIX no valor da carta, daí eu disse: agora ela é minha responsabilidade, quando ela chegar aí você me paga o PIX. Beleza, resolvido, se eu tivesse comprado uma moeda dita FC, com 99,9999% teria recebido uma moeda FP=Flor de Porco ou uma FDe= Flor de Porco Excepcional com uma digitalzona bem no meio da arruela de metal, e duvido se eu conseguiria devolver esse lixo para o vendedor lixo que me vendeu.

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  • user por Lilian Corina Gusso

    Muito bem elaborado este site. Ótimas fotos.

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