Detectorista encontra moeda romana de 1.800 anos em Darlington

Detectorista encontra moeda romana de 1.800 anos em Darlington

Um detectorista de metais descobriu uma rara moeda romana de 1.800 anos nos arredores de Darlington, no condado de Durham, Inglaterra.

Mark McMullan, que há anos explora a região em busca de artefatos históricos, identificou a peça como um "Barbarous Radiate", uma moeda não oficial cunhada entre os anos 270 e 274 d.C., durante o reinado do imperador gaulês Tétrico.

Essas moedas surgiram no período conhecido como "Crise do Terceiro Século" (259–274 d.C.), marcado por conflitos políticos e militares entre o Império Romano e o Reino da Gália. Com a escassez de moedas oficiais na Grã-Bretanha e no norte da França, moradores começaram a produzir suas próprias versões, baseadas no antoninianus, a moeda romana padrão da época.

Embora fossem imitações, não eram consideradas falsificações, pois não tinham a intenção de enganar. Seu design era mais rudimentar e elas circulavam amplamente como pequenas quantias para transações cotidianas.

McMullan já fez outras descobertas significativas na região, incluindo moedas raras e balas de canhão históricas. Ele classificou o achado como "incrível" e destacou a importância da peça para o entendimento do período turbulento em que foi cunhada.

Deixe uma resposta

Cancelar resposta

Seu endereço de e-mail não será publicado.

Notícias relacionadas

Siga-nos

Principais categorias

Comentário recente

  • user por Neusa Soares

    Achei uma moeda que traz a imagem de um cálice e a inscrição “Shekel de Israel” Gostaria de avaliar o valor dela e vender ao museu de Israel

    quoto
  • user por Cynthia Yonara Portugal Sobral

    Eu tenho uma moeda dessa, 02 do 50º de Brasília e 02 das Olimpíadas. Estou procurando vender.

    quoto
  • user por Messias Pokemon, o melhor mercado do mundo.

    Esses dias uma amiga porca-ismática estava postando algumas moedas graduadas pela PCGS com nota 65 a 67 no WhatsApp. Aí ela colocou que a moeda estava em Flor de Cunho absoluto. Aí eu fui perguntar se a moeda realmente estava sem “marcas de dedo”, aí olha o que essa PORCA-ISMÁTICA me respondeu: "Ter marcas de dedo nas moedas é normal, no passado eles não cuidavam delas". Ué, então não existem moedas FC, porra! Aí ela me disse que uma simples digitalzona na moeda não deixa de ser FC? O que claro que deixa, porra! Está na definição de FC. E outra: o principal motivo de alguém comprar algo que não serve para nada — que é a moeda, cédula, selo, cartas de Pokémon, o objeto que for — é o estado de conservação, que é o cuidado com que os colecionadores armazenaram e manusearam corretamente o objeto até hoje. Se não fosse o estado de conservação, a carta do Pikachu Illustrator PSA 10 não teria sido leiloada por quase US$ 17 milhões de dólares. Aí eu perguntei para essa PORCA-ISMÁTICA se ela já leu um livro de administração de empresas e ela nem me respondeu. Claro que não, né? Para quem oferece lixo para os clientes na maior cara de pau, se tivesse lido nem estava nesse mercado, onde é mais raro encontrar um comerciante honesto do que as moedas e cédulas realmente FC ou FE. Eu só quero ver ela vender sucata para os clientes dela de mais de 60 anos daqui a 20 anos; vai ter que ir ao cemitério! Já no Pokémon, a cada dia cresce o número de colecionadores, pois a empresa contrata os melhores ilustradores do Japão para desenhar as cartas. E agora em outubro teremos a TAG, uma das maiores graduadoras dos EUA, operando aqui no Brasil. Vai dar para levar a carta nela de manhã e à tarde pegá-la já graduada.

    quoto

Aceite cookies para melhor desempenho