Nem toda nota de R$ 50 vale só R$ 50. Algumas edições especiais chegam a R$ 700
A primeira cédula da segunda família do real, lançada em 2010, foi a de R$ 50. Fabricada pela Casa da Moeda, ela trouxe a onça-pintada como símbolo e marcou a atualização do padrão monetário brasileiro. Mas um detalhe de impressão transformou parte dessa emissão em um item raro, capaz de alcançar até R$ 700 no mercado de colecionadores.
O erro ocorreu na série GE 2395-0001 em diante, que deveria trazer as assinaturas de Henrique Meirelles e Alexandre Tombini. Em vez disso, as notas receberam a chancela de Nelson Barbosa Filho e Alexandre Tombini. Foram mais de 3,1 milhões de cédulas com o equívoco, e é justamente essa falha que desperta o interesse de quem coleciona.
Hoje, enquanto uma cédula comum da mesma família pode ser encontrada por cerca de R$ 150 a R$ 180, a versão com a chancela trocada ultrapassa facilmente os R$ 700. É um exemplo de como erros de impressão ou detalhes de fabricação podem valorizar uma cédula além do esperado.
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por Neusa Soares
Achei uma moeda que traz a imagem de um cálice e a inscrição “Shekel de Israel” Gostaria de avaliar o valor dela e vender ao museu de Israel
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por Cynthia Yonara Portugal Sobral
Eu tenho uma moeda dessa, 02 do 50º de Brasília e 02 das Olimpíadas. Estou procurando vender.
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por Messias Pokemon, o melhor mercado do mundo.
Esses dias uma amiga porca-ismática estava postando algumas moedas graduadas pela PCGS com nota 65 a 67 no WhatsApp. Aí ela colocou que a moeda estava em Flor de Cunho absoluto. Aí eu fui perguntar se a moeda realmente estava sem “marcas de dedo”, aí olha o que essa PORCA-ISMÁTICA me respondeu: "Ter marcas de dedo nas moedas é normal, no passado eles não cuidavam delas". Ué, então não existem moedas FC, porra! Aí ela me disse que uma simples digitalzona na moeda não deixa de ser FC? O que claro que deixa, porra! Está na definição de FC. E outra: o principal motivo de alguém comprar algo que não serve para nada — que é a moeda, cédula, selo, cartas de Pokémon, o objeto que for — é o estado de conservação, que é o cuidado com que os colecionadores armazenaram e manusearam corretamente o objeto até hoje. Se não fosse o estado de conservação, a carta do Pikachu Illustrator PSA 10 não teria sido leiloada por quase US$ 17 milhões de dólares. Aí eu perguntei para essa PORCA-ISMÁTICA se ela já leu um livro de administração de empresas e ela nem me respondeu. Claro que não, né? Para quem oferece lixo para os clientes na maior cara de pau, se tivesse lido nem estava nesse mercado, onde é mais raro encontrar um comerciante honesto do que as moedas e cédulas realmente FC ou FE. Eu só quero ver ela vender sucata para os clientes dela de mais de 60 anos daqui a 20 anos; vai ter que ir ao cemitério! Já no Pokémon, a cada dia cresce o número de colecionadores, pois a empresa contrata os melhores ilustradores do Japão para desenhar as cartas. E agora em outubro teremos a TAG, uma das maiores graduadoras dos EUA, operando aqui no Brasil. Vai dar para levar a carta nela de manhã e à tarde pegá-la já graduada.