Moedas de Stranger Things voltam ao radar com despedida da série

Moedas de Stranger Things voltam ao radar com despedida da série

Fonte e fotos: The Perth Mint

Lançadas em outubro de 2025, as moedas oficiais de Stranger Things cunhadas pela Perth Mint atravessam o encerramento da série como um dos registros físicos mais curiosos do fenômeno criado pelos irmãos Duffer. Às vésperas do último episódio, marcado para o dia 31, as peças voltam a circular com força entre fãs e colecionadores.

Desde a estreia, em 2016, Stranger Things construiu um universo próprio ao misturar terror, ficção científica e nostalgia dos anos 1980. Esse contraste entre o cotidiano de Hawkins e o Mundo Invertido orienta também o conceito visual das moedas. Nada é decorativo: cada lado conta um pedaço da história.

A primeira emissão da série trouxe uma moeda de 2 onças de prata, com acabamento antiqued e colorido, dedicada a Vecna. O vilão aparece suspenso no Upside Down, cercado por demogorgons e demobats, em uma composição densa, quase claustrofóbica. Na sequência, a Perth Mint lançou a moeda de 1 onça de prata colorida, que se tornou a mais reconhecível da coleção.

Nela, a parte superior mostra Mike, Dustin, Lucas e Eleven pedalando sob a luz quente de Hawkins. A metade inferior mergulha no Mundo Invertido, onde Will Byers surge isolado, observado à distância pelo Demogorgon. A inscrição “On Nov 6, 1983 the world turned upside down. Forever.” fixa o momento que deu origem a toda a trama.

As moedas são emitidas em nome de Tuvalu, têm curso legal e tiragem limitada. A série marca a primeira e única coleção numismática oficial licenciada com a marca Stranger Things. Para a Perth Mint, trata-se menos de um produto comemorativo e mais de um encontro entre numismática e cultura pop.

O projeto é assinado pelo designer Sean Rogers, funcionário da casa da moeda e fã declarado da série. A proposta, segundo ele, foi transformar cada peça em narrativa visual, capaz de resumir em metal o mistério, a aventura e a atmosfera que definiram Stranger Things ao longo de quase uma década.

Com o fim da história que acompanhou o desaparecimento de Will Byers e o avanço do Upside Down sobre Hawkins, as moedas funcionam como um objeto de memória. Não explicam a série, nem precisam. Registram, em prata, o universo que milhões de espectadores acompanharam até o último capítulo.

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  • user por Neusa Soares

    Achei uma moeda que traz a imagem de um cálice e a inscrição “Shekel de Israel” Gostaria de avaliar o valor dela e vender ao museu de Israel

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  • user por Cynthia Yonara Portugal Sobral

    Eu tenho uma moeda dessa, 02 do 50º de Brasília e 02 das Olimpíadas. Estou procurando vender.

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  • user por Messias Pokemon, o melhor mercado do mundo.

    Esses dias uma amiga porca-ismática estava postando algumas moedas graduadas pela PCGS com nota 65 a 67 no WhatsApp. Aí ela colocou que a moeda estava em Flor de Cunho absoluto. Aí eu fui perguntar se a moeda realmente estava sem “marcas de dedo”, aí olha o que essa PORCA-ISMÁTICA me respondeu: "Ter marcas de dedo nas moedas é normal, no passado eles não cuidavam delas". Ué, então não existem moedas FC, porra! Aí ela me disse que uma simples digitalzona na moeda não deixa de ser FC? O que claro que deixa, porra! Está na definição de FC. E outra: o principal motivo de alguém comprar algo que não serve para nada — que é a moeda, cédula, selo, cartas de Pokémon, o objeto que for — é o estado de conservação, que é o cuidado com que os colecionadores armazenaram e manusearam corretamente o objeto até hoje. Se não fosse o estado de conservação, a carta do Pikachu Illustrator PSA 10 não teria sido leiloada por quase US$ 17 milhões de dólares. Aí eu perguntei para essa PORCA-ISMÁTICA se ela já leu um livro de administração de empresas e ela nem me respondeu. Claro que não, né? Para quem oferece lixo para os clientes na maior cara de pau, se tivesse lido nem estava nesse mercado, onde é mais raro encontrar um comerciante honesto do que as moedas e cédulas realmente FC ou FE. Eu só quero ver ela vender sucata para os clientes dela de mais de 60 anos daqui a 20 anos; vai ter que ir ao cemitério! Já no Pokémon, a cada dia cresce o número de colecionadores, pois a empresa contrata os melhores ilustradores do Japão para desenhar as cartas. E agora em outubro teremos a TAG, uma das maiores graduadoras dos EUA, operando aqui no Brasil. Vai dar para levar a carta nela de manhã e à tarde pegá-la já graduada.

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